quarta-feira, 4 de agosto de 2010

CENTRO DE ARACAJU


CENTRO DE ARACAJU , upload feito originalmente por ver sergipe.

FOTO RETIRADO DE QUADRO DA BLIBLIOTECA PUBLICA DE ARACAJU POR: MARIA PAULA,JANAINE LIMA E JOYCE LEMOS

PRAÇA FAUSTO CARDOSO


PRAÇA FAUSTO CARDOSO, upload feito originalmente por ver sergipe.

FOTO RETIRADO DE QUADRO DA BLIBLIOTECA PUBLICA DE ARACAJU POR: MARIA PAULA,JANAINE LIMA E JOYCE LEMOS

CALÇADAO DA JOAO PESSOA


CALÇADAO DA JOAO PESSOA, upload feito originalmente por ver sergipe.

QUADRO RETIRADO DO BOMPREÇO DA RODORIA VELHA
POR MARIA PAULA,JANAINE LIMA E JOYCE LEMOS

domingo, 1 de agosto de 2010

Calmaria 1


Calmaria 1, upload feito originalmente por ver sergipe.

Autora: Karinne Santiago
Técnica: Acrílica sobre tela
Ano: 2010
Local de exposição: Galeria de Arte Álvaro Santos
Biografia da autora: Karinne Santiago. Nasceu em Aracaju-SE em 09 de outubro de 1976. Aos doze anos de idade já demonstrava seu interesse pelas artes, mas foi em 1991, ao ser premiada com o segundo lugar no VI Salão dos Novos da Galeria de Arte Álvaro Santos - GAAS que assumiu com maior intensidade a prática artística. É formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Tiradentes (UNIT) e especialista em Design de produtos pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB. Adepta ao uso de cores vibrantes, trabalha em suas obras imagens de pássaros (denotação de sua preocupação com questões ambientais) a figuras santas. Experimentalista, pesquisa materiais alternativos e tem como mestre o artista Elias Santos. Obra que representa sua produção: Papagaios, 2006; óleo sobre tela; 50x38cm; Aracaju.
Interpretação da obra: Como sua marca registrada, a autor transporta em sua obra a beleza paisagística e a exaltação da fauna e da flora sergipana. Através de um olhar inovador e preciso, notamos o verdadeiro valor artístico conciliado à preservação ambiental.

A força do Nordestino


A força do Nordestino, upload feito originalmente por ver sergipe.

Autor: Luís Mangueira
Técnica: Óleo sobre tela
Ano: 2010
Biografia do autor: José Luiz Mangueira Viana (Luiz Mangueira). Nasceu em Aracaju-SE em 04 de janeiro de 1950. Estudou na Escola de Arquitetura e Belas Artes do Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, visitou exposições, galerias, salões, de onde aprendeu muito com essa vivência. Voltou a Aracaju-SE e passou a ter contato com artistas locais, como Joubert Morais, seu grande amigo. Sua primeira exposição individual foi em 1982, na Galeria de Arte Álvaro Santos – GAAS. Seu repertório inclui paisagens, caracterizadas por um estilo próprio, sem influências perceptíveis. Obra que representa sua produção: Laranjeiras, 1997; óleo sobre tela; 60x50cm.
Interpretação da obra: A simbologia do "homem nordestino", é a matéria prima do autor. A vivacidade da tela se registra pela figura marcante e cultural do nosso Nordeste. O olhar melancólico e reflexivo torna-se uma identidade de caráter nitidamente criativo do autor. Ao observarmos com mais veemência, notamos a essência abusiva das cores e desenvolvemos um próprio contexto social e histórico acerca de nossa história. Como sinônimo alvo da pobreza e da ignorância, o homem nordestino visa o mundo indiferente ao seu ser e ao seu espaço, mostrando-se prostrado às situações de seu dia a dia, como a seca, trabalho exaustivo e explorador e a incredulidade de progredir.
Alunos do 2° ano "A": Adriano e Michelayne

A força do Nordestino


A força do Nordestino, upload feito originalmente por ver sergipe.

Autor: Luís Mangueira
Técnica: Óleo sobre tela
Ano: 2010
Biografia do autor: José Luiz Mangueira Viana (Luiz Mangueira). Nasceu em Aracaju-SE em 04 de janeiro de 1950. Estudou na Escola de Arquitetura e Belas Artes do Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, visitou exposições, galerias, salões, de onde aprendeu muito com essa vivência. Voltou a Aracaju-SE e passou a ter contato com artistas locais, como Joubert Morais, seu grande amigo. Sua primeira exposição individual foi em 1982, na Galeria de Arte Álvaro Santos – GAAS. Seu repertório inclui paisagens, caracterizadas por um estilo próprio, sem influências perceptíveis. Obra que representa sua produção: Laranjeiras, 1997; óleo sobre tela; 60x50cm.
Interpretação da obra: A simbologia do "homem nordestino", é a matéria prima do autor. A vivacidade da tela se registra pela figura marcante e cultural do nosso Nordeste. O olhar melancólico e reflexivo torna-se uma identidade de caráter nitidamente criativo do autor. Ao observarmos com mais veemência, notamos a essência abusiva das cores e desenvolvemos um próprio contexto social e histórico acerca de nossa história. Como sinônimo alvo da pobreza e da ignorância, o homem nordestino visa o mundo indiferente ao seu ser e ao seu espaço, mostrando-se prostrado às situações de seu dia a dia, como a seca, trabalho exaustivo e explorador e a incredulidade de progredir.

A força do Nordestino


A força do Nordestino, upload feito originalmente por ver sergipe.

Autor: Luís Mangueira
Técnica: Óleo sobre tela
Ano: 2010
Biografia do autor: José Luiz Mangueira Viana (Luiz Mangueira). Nasceu em Aracaju-SE em 04 de janeiro de 1950. Estudou na Escola de Arquitetura e Belas Artes do Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, visitou exposições, galerias, salões, de onde aprendeu muito com essa vivência. Voltou a Aracaju-SE e passou a ter contato com artistas locais, como Joubert Morais, seu grande amigo. Sua primeira exposição individual foi em 1982, na Galeria de Arte Álvaro Santos – GAAS. Seu repertório inclui paisagens, caracterizadas por um estilo próprio, sem influências perceptíveis. Obra que representa sua produção: Laranjeiras, 1997; óleo sobre tela; 60x50cm.
Interpretação da obra: A simbologia do "homem nordestino", é a matéria prima do autor. A vivacidade da tela se registra pela figura marcante e cultural do nosso Nordeste. O olhar melancólico e reflexivo torna-se uma identidade de caráter nitidamente criativo do autor. Ao observarmos com mais veemência, notamos a essência abusiva das cores e desenvolvemos um próprio contexto social e histórico acerca de nossa história. Como sinônimo alvo da pobreza e da ignorância, o homem nordestino visa o mundo indiferente ao seu ser e ao seu espaço, mostrando-se prostrando às situações de seu dia a dia: a seca, trabalho exaustivo e explorador e a incredulidade de progredir.